A psicanálise é, em essência, uma cura pelo amor.
(Sigmund Freud)

Ser pai, um aprendizado permanente

“Ser pai não é ato natural, mas um aprendizado permanente.” (Gilberto Dimenstein) Fui pai aos 21 anos. Um jovem, recém-saído da adolescência, tendo que dar conta da paternidade, da relação conjugal e da vida profissional. Aos 26 anos, um pouco mais maduro, tornei-me pai novamente. Muito antes de ser pai, já sonhava em não reproduzir …

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Relacionamento entre crianças e avós

Os avós ocupam um lugar único na vida das crianças. Por sua vivência e experiência, já não sofrem das mesmas ansiedades dos pais, que costumam ser impacientes, preocupados e nervosos diante de uma situação difícil. Geralmente, eles têm, pelos netos, mais compreensão e diálogo. É claro que existem também momentos de irritação e impaciência, porém …

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Viver na dimensão do desvelo

“Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor” (Cântico dos Cânticos). Há, pelo menos, três sentimentos que alicerçam a relação a dois quando vivida na dimensão do desvelo: o cuidado, a ternura e a carícia. A palavra cuidado tem origem etimológica em duas expressões latinas: “cura” …

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Ciúme: tempero ou veneno?

O excesso de ciúme pode acabar com qualquer relacionamento, e só quem o sente na pele sabe o grande sofrimento e tortura que causa. Um pouco de ciúme pode ser considerado um tempero na relação a dois, funcionando como poderoso afrodisíaco capaz de manter a motivação para a conquista. Nas situações de ameaça, pode indicar …

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O cuidado de si gera o cuidado com o outro, destaca psicanalista

Texto escrito por Rosane Fürst e publicado no GaúchaZH  – 25 de janeiro de 2018.  Para Rosane Fürst, saúde emocional de um povo também pressupõem políticas públicas e psicoeducativas. Janeiro branco é uma campanha por uma cultura da saúde mental, que se dedica a convidar as pessoas a pensarem sobre suas vidas, a qualidade de seus …

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A dignidade da morte

Os profissionais da saúde deveriam preparar os pacientes para a morte? Há menos de dois anos, nossa família viveu a perda de uma amiga. Uma jovem senhora de 47 anos. Como vizinhos, tínhamos uma convivência marcada pela presença – quase que cotidiana – de palavras e gestos de solidariedade, afeto e carinho. Era uma referência …

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